Programação

SEXTA (17/10)

SÁBADO (18/10)

DOMINGO (19/10)

 

 

 

 

MANHÃ

Credenciamento

8h – 10h

Minicursos I

10h – 12h

Grupos de Trabalho 1 e 2

8h – 10h30min

(Discussões e Atividades em vários grupos)

Coffee Break

10h30min – 11h

Palestra II

11h – 12h

Grupos de Trabalho 1 e 2

8h- 10h30min

Coffee Break

10h30min – 11h

Palestra IV

11h – 12h

Encerramento

12h

ALMOÇO

12h – 13h30min

12h – 13h30min

 

 

 

 

 

 

 

TARDE

Minicursos II

13h30min – 15h30min

Comunicações / Sessões Pôsteres/ Coffee Break

15h30min – 16h30min

Mesa Redonda –

A SBM e a Educação Básica (Hilário Alencar)

16h30min – 18h

Minicursos I

13h30min – 15h30min

Comunicações / Sessão de Pôsteres / Coffee Break

15h30min – 16h30min

Minicursos II

16h30min – 18h30min

NOITE

Solenidade Oficial de Abertura

18h – 18h30min

Palestra I

18h30min

 

Palestra III

18h30min

Professores Confirmados:

  • Cydara Ripoll (UFRGS)

  • Eduardo Colli (USP)

  • Francisco Mattos (UERJ)

  • Hilário Alencar (UFAL)

  • Victor Giraldo (UFRJ)

  • Daniel Cordeiro (UFCG)

  • Danilo Benarros (UFAM)

  • Alex Farah (UFF)

  • Carmen Mathias (UFSM)

  • Letícia Rangel (CAP – UFRJ)

 

Grupos de Trabalho:

Os Grupos de Trabalho da ANPMat – Associação Nacional dos Professores de Matemática na Educação Básica – têm por objetivos centrais:

  1. estimular a discussão sobre temas de reconhecida relevância para a formação de professores de Matemática, envolvendo, de forma ampla, as comunidades brasileiras de professores que lecionam Matemática em todos os segmentos da educação básica, pesquisadores em Matemática, em Educação Matemática e em Ensino de Matemática;
  2. fomentar a produção e a difusão de textos e de materiais didáticos, além da realização de outras ações, visando à melhoria das condições de formação de professores de Matemática no Brasil, com referência nos temas de discussão estabelecidos.

Sendo assim, os GTs realizarão reuniões presenciais durante os Simpósios Nacionais da Formação do Professor de Matemática, e deverão se estruturar de tal forma que os trabalhos com vistas aos objetivos acima destacados sejam desenvolvidos continuamente nos intervalos entre as edições dos Simpósios. Ao final de cada reunião presencial, cada GT deverá produzir um relatório, expondo propostas de ações e encaminhamentos de trabalhos para o intervalo até a edição seguinte do Simpósio Nacional, que será apresentado na Assembleia de encerramento. Durante os Simpósios, cada GT contará com um número limitado de participantes, previamente inscritos. Incialmente, são propostos os seguintes temas para os GTs:

  • GT 1 – Formação inicial de professores que lecionam Matemática no primeiro segmento do ensino fundamental. Coordenação: Francisco Mattos.
  • GT 2 – Formação inicial de professores que lecionam Matemática no segundo segmento do ensino fundamental e no ensino médio. Coordenação: Victor Giraldo e Letícia Rangel.
  • GT 3 – Desenvolvimento de materiais e recurso didáticos de Matemática. Coordenação: Cydara Ripoll e Maria Alice Gravina

Mais detalhes dos GT’s, clique aqui.

Resumo das propostas das palestras:

Palestra II – Estratégias para Resolução de Problemas em Matemática

Professor: Hilário Alencar – UFAL

Nesta palestra pretendemos discutir algumas estratégias, principalmente nos aspectos geométricos, para resolvermos problemas em Matemática.

Palestra III – Matemática está mesmo em toda parte? Testando a tese com um passeio em Seul.

Professor: Eduardo Colli – USP

Você já deve ter ouvido alguém dizer que matemática está em toda parte. Mas você já tentou se convencer ou convencer alguém disso? Bom, eu já, porque participei de uma mesa-redonda no Congresso Internacional de Matemáticos em que esse era exatamente o tema. Lá eu tentei fazer esse exercício de convencimento usando como exemplo um lugar que todos conhecessem, ao menos um pouquinho: a cidade de Seul. Para montar o passeio pela cidade com antecedência, usei referências que encontrei na internet. O resultado foi um passeio não só pela cidade mas também por diferentes áreas da matemática.

Palestra IV – Olimpíada de Matemática. Para quê?

Professor: Danilo Benarros – UFAM

Olimpíadas de Matemática existem há muitos anos em diferentes países com diferentes histórias e resultados.
Como funciona a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas? Quais resultados podemos esperar dessa atividade que completa 10 anos em 2014?

Resumo das propostas para oficinas e minicursos:

O Desenvolvimento do Conceito de Número na Escola Básica (Minicurso II)

Professor: Victor Giraldo – UFRJ

Neste minicurso, abordaremos um panorama geral das diferentes etapas do desenvolvimento do conceito de número ao longo do ensino fundamental e do ensino médio, desde as noções concretas de contagem e de medida, passando pela construção dos diferentes conjuntos numéricos como estruturas algébricas, até o conceito abstrato de número real. Discutiremos com mais profundidade estratégias pedagógicas para o ensino das operações elementares com números racionais e para os problemas matemáticos que conduzem à necessidade da introdução dos números reais.

 Aprendendo Frações sem fazer contas (Minicurso I)

Professor: Francisco Mattos – UERJ

Os números racionais podem ser representados por frações ou na sua forma decimal, e são assuntos delicados para nossos estudantes. Podemos compreender perfeitamente estas dificuldades se observamos o seu desenvolvimento histórico. No início, esses números eram tratados como medidas, como razões entre medidas, mas não como números. Sua notação demorou a ser unificadas e a notação decimal para os números racionais, por exemplo, só foi utilizada no século XVI.

Não é por acaso, portanto, que esse assunto apresente dificuldades em nossas salas de aula. Neste texto, tentamos justificar as regras do cálculo com frações e decimais a fim de dar mais sentido aos processos utilizados por nossos estudantes. Assim entendemos que a compreensão das operações deve preceder a aplicação de regras e dos algoritmos já conhecidos, mas pouco entendido por alunos e professores sobre o que significa cada passo. Assim, propomos nesta oficina o trabalho a partir de materiais concretos com as ideias relacionadas às operações dissociadas de contas que tanto assustam nossos alunos. Depois dessa compreensão, sim, é que faz sentido o uso, desenvolvimento e prática dos algoritmos já consagrados.

A beleza matemática das simetrias (Minicurso I)

Professor: Eduardo Colli – IME – USP

A partir do exame do tetraedro regular e do cubo, usando material de fácil acesso, é possível relacionar os grupos de simetrias de rotação de cada um deles com o grupo de permutações de 4 elementos. Tudo é feito de maneira elementar, passo a passo, com o objetivo de mostrar uma relação entre geometria e álgebra. O mesmo trabalho pode ser utilizado, com as devidas adaptações, pelos professores com seus alunos.

 

O GeoGebra como instrumento de Ensino de Matemática (Minicurso II)

Professor: Alex Farah – UFF

A oficina irá explorar o programa GeoGebra com o objetivo de capacitar um professor a criar instrumentos didáticos de mediação  para o processo de ensino e aprendizagem onde se assume que o aluno deve participar ativamente do processo de construção de seus conhecimentos. Assim, serão apresentadas algumas técnicas básicas de construção de animações eletrônicas que funcionem como um ambiente virtual de exploração, onde o aluno pode experimentar e compreender fatos a partir de suas próprias ações.

Razões: comparando grandezas (Minicurso II)

Professoras: Cydara Ripoll – UFRGS e

Letícia Rangel – CAP UFRJ

A Oficina trata de um tema pouco abordado nos livros didáticos: razão. A pergunta “O que é razão?” motivará a discussão e a reflexão durante toda a oficina. Assim, as atividades nela propostas têm o objetivo de suscitar e conduzir a reflexão, tendo como referência a prática de sala de aula no ensino básico.

GeoGebra: Possibilidades de utilização (Minicurso I)
Professora: Carmen Vieira Mathias – UFSM

Nesse minicurso serão apresentados exemplos de atividades desenvolvidas com o software GeoGebra e que podem ser trabalhadas em sala de aula.  Pretende-se trabalhar com alguns conceitos matemáticos que geralmente são pouco explorados, como isometrias, lugares geométricos e sequencias. A partir das investigações matemáticas propostas, pretende-se utilizar comandos e recursos do aplicativo, que são simples, mas usualmente pouco utilizados.