Programação

 

TURNO SEXTA-FEIRA (26.09.14) SÁBADO (27.09.14) DOMINGO (28.09.14)

MANHÃ

CREDENCIAMENTO

8h-10h

MINICURSO I

10h-12h

GRUPOS DE TRABALHO

1, 2 e 3

(Discussões e atividades em vários grupos)

8h-10h30min

INTERVALO

10h30min-11h

PALESTRA II

11h-12h

GRUPOS DE TRABALHO

1, 2 e 3

(Discussões e atividades em vários grupos)

8h-10h30min

INTERVALO

10h30min-11h

PALESTRA IV

11h-12h

ENCERRAMENTO

TARDE

MINICURSO I

13h30min-15h

COMUNICAÇÕES / SESSÕES DE PÔSTERES

15h-16h30min

SOLENIDADE OFICIAL DE ABERTURA

16h30min-17h30min

PALESTRA I

17h30min

MINICURSO II

13h30min-15h

COMUNICAÇÕES / SESSÕES DE PÔSTERES

15h-16h

MINICURSO II

16h-18h

PALESTRA III

18h

Professores Confirmados:

  • Cydara Ripoll (UFRGS)
  • Eduardo Colli (USP)
  • Eurivalda Santana (UESC)
  • Fabiane Santana da Silva (UESC)
  • Francisco Mattos (UFRJ)
  • Humberto Bortolossi (UFF)
  • Ícaro Vidal Freire (IFBA)
  • Ion Moutinho (UFF)
  • José Expedito Junior
  • Maria Alice Gravina UFRGS
  • Pedro Malagutti (UFSGR)
  • Ralph Teixeira (UFF)
  • Rita de Cássia Silva (UFBA)
  • Sandra Magina (UESC)
  • Sérgio Mota Alves (UESC)
  • Victor Giraldo (UFRJ)

Grupos de Trabalho:

Os Grupos de Trabalho da ANPMat – Associação Nacional dos Professores de Matemática na Educação Básica –  têm por objetivos centrais:

  1. estimular a discussão sobre temas de reconhecida relevância para a formação de professores de Matemática, envolvendo, de forma ampla, as comunidades brasileiras de professores que lecionam Matemática em todos os segmentos da educação básica, pesquisadores em Matemática, em Educação Matemática e em Ensino de Matemática;
  2. fomentar a produção e a difusão de textos e de materiais didáticos, além da realização de outras ações, visando à melhoria das condições de formação de professores de Matemática no Brasil, com referência nos temas de discussão estabelecidos.

Sendo assim, os GTs realizarão reuniões presenciais durante os Simpósios Nacionais da Formação do Professor de Matemática, e deverão se estruturar de tal forma que os trabalhos com vistas aos objetivos acima destacados sejam desenvolvidos continuamente nos intervalos entre as edições dos Simpósios. Ao final de cada reunião presencial, cada GT deverá produzir um relatório, expondo propostas de ações e encaminhamentos de trabalhos para o intervalo até a edição seguinte do Simpósio Nacional, que será apresentado na Assembleia de encerramento. Durante os Simpósios, cada GT contará com um número limitado de participantes, previamente inscritos. Incialmente, são propostos os seguintes temas para os GTs:

  • GT 1 – Formação inicial de professores que lecionam Matemática no primeiro segmento do ensino fundamental.Coordenação: Francisco Mattos.
  • GT 2 – Formação inicial de professores que lecionam Matemática no segundo segmento do ensino fundamental e no ensino médio. Coordenação: Victor Giraldo e Letícia Rangel.
  • GT 3 – Desenvolvimento de materiais e recurso didáticos de Matemática. Coordenação: Cydara Ripoll e Maria Alice Gravina

Mais detalhes dos GT’s, clique aqui. (em anexo)

Resumo das propostas das palestras:

Palestra I – A Importância das Estruturas Multiplicativas Para o Ensino Básico: Um olhar a partir da Teoria dos Campos Conceituais

Professora: Sandra Magina – UESC

A Palestra tem o objetivo de discutir a Estrutura multiplicativa desde a possibilidade de ser compreendida a partir da continuidade da Estrutura Aditiva, até a sua importante contribuição na construção do conceito de variabilidade e, consequentemente, de função. O foco da palestra será a sala de aula do Ensino Fundamental, porém sustentada por uma teoria cognitivista, construída no âmbito da Educação Matemática e que tem como preocupação principal a formação de conceitos.

 

Palestra II –Um pouco da OBMEP

Professora: Ana Catarina P. Hellmeister

Palestra III – Divulgação científica em Matemática: OBMEP e Magia.

Professor: Pedro Malagutti – UFSCAR

Os fundamentos da Matemática estão nos bastidores de muitos problemas que parecem envolver magia e mistério. Nesta atividade, serão apresentados números de magia que escondem adivinhações, predições e outras ilusões que têm a aritmética, a geometria e a lógica como suportes. A platéia será desafiada a descobrir os segredos envolvidos nos truques para desmascarar os embustes apresentados pelo “mágico” e todas as atividades poderão ser realizadas em sala de aula.

Palestra IV – Recursos Computacionais para o Ensino e a Aprendizagem de Estatística e Probabilidade: Um Panorama.

Professor: Humberto Bortolossi – UFF

Resumo das propostas para oficinas e minicursos:

 

O GeoGebra como instrumento de Ensino de Matemática (Minicurso I e II)

Professor: Ion Moutinho – UFF

A oficina irá explorar o programa GeoGebra com o objetivo de capacitar um professor a criar instrumentos didáticos de mediação  para o processo de ensino e aprendizagem onde se assume que o aluno deve participar ativamente do processo de construção de seus conhecimentos. Assim, serão apresentadas algumas técnicas básicas de construção de animações eletrônicas que funcionem como um ambiente virtual de exploração, onde o aluno pode experimentar e compreender fatos a partir de suas próprias ações.

Experimentos com probabilidades (Minicurso II)

Professor: Eduardo Colli – USP

Usando o material do kit “As Certezas do Acaso”, que faz parte do programa “Aventuras na Ciência”, do qual faz parte o ministrante, faremos diversas experiências com probabilidades, que envolvem praticamente todo o conteúdo da disciplina no ensino básico. A ideia será dividir os participantes em grupos, cada um encarregado de uma das experiências e de um relato aos demais sobre os resultados obtidos.

Amostragem, Regressão Linear e O Método dos Mínimos Quadrados em Estatística: Uma Introdução para Professores do Ensino Básico (Minicurso II)

Professor: Humberto Bortolossi – UFF

Co-autor: David da Costa Pinho

Para tentar entender o mundo que nos cerca, uma questão que surge naturalmente é  investigar se determinados fenômenos estão associados ou não. Tipicamente, estes fenômenos são descritos por variáveis numéricas (variáveis quantitativas) e, então, estuda-se se estas variáveis estão relacionadas (correlação) e, se este for o caso,  qual é o tipo de relação funcional entre elas (regressão). Apesar destes tópicos de Estatística Bivariada desempenharem um papel fundamental em várias áreas (Agricultura, Medicina, Indústria, Educação, Biologia, Ciências Sociais entre outras), eles não aparecem nas recomendações curriculares oficiais nacionais (PCN). Talvez isto aconteça pela Matemática envolvida. Por exemplo, a dedução da fórmula para os coeficientes da reta de regressão linear pelo critério dos mínimos quadrados é usualmente feita usando-se Cálculo Diferencial ou Álgebra Linear. Neste minicurso, apresentaremos uma demonstração simples desta fórmula, acessível para alunos do Ensino Médio, usando apenas funções quadráticas. Apresentaremos também: (1) um breve resumo histórico; (2) indicações de como usar recursos tecnológicos (GeoGebra, LibreOffice e Excel) e (3) uma aplicação de regressão linear em Linguística (a Lei de Zipf).

Outro tópico de Estatística, pouco abordado nas licenciaturas em Matemática, que também pretendemos abordar nesta oficina, se refere ao processo de amostragem e coleta de dados. Afinal, sem saber como os dados foram coletados, qualquer análise posterior que se faça pode ser inútil e produzir resultados questionáveis. Neste sentido, apresentaremos um pouco dos conceitos, da sistemática e dos estudos de caso clássicos na área de coleta de dados (população, amostra, viés de seleção, viés de não resposta, amostragem por conveniência, autosseleção, amostragem por cotas, amostragem aleatória, amostragem estratificada, ensaios clínicos, efeito placebo, estudo duplo-cego).

Planificação de pirâmides e de prismas oblíquos (Minicurso I e II)

Professora: Rita de Cássia de Jesus Silva – UFBA

Artista Plástica: Fabiana Laranjeiras Joviniana de Santana

A construção de um modelo concreto de um poliedro pode ser obtida a partir de uma planificação do referido poliedro, seguida de cortes, dobraduras e colagens adequadas.

Essa oficina apresentará planificações de pirâmides e prismas, que tenham como base polígonos convexos, determinando as medidas necessárias para essas planificações. Supõe-se que são conhecidas as medidas das arestas laterais ou da altura e as projeções dos vértices desses poliedros no plano da base.  Após a apresentação de cada método de planificação, os participantes construirão os modelos concretos correspondentes.

Minicurso: Introdução à Teoria da Probabilidade (Minicurso I e II)

Professor: Ralph Teixeira – UFF

Pré-Requisito: Nenhum (nem Probabilidade, nem Análise Combinatória!)

Várias situações em probabilidade básica apresentam respostas que à primeira vista parecem contradizer nossa intuição. Os objetivos principais deste curso são identificar e diminuir tais disparidades. Para tanto, apresentaremos os princípios básicos da Probabilidade Discreta (incluindo o conceito de Probabilidade Condicional e o Teorema de Bayes) e discutiremos alguns problemas clássicos (por exemplo, Monty Hall, o problema dos aniversários) — sem usar Análise Combinatória! Esperamos que ao final do minicurso, o aluno:

i) Tenha um modelo mental mais preciso do que “probabilidade” significa (e, principalmente, perceba que nem todo modelo probabilístico é equiprovável!);

ii) Seja capaz não só de resolver os problemas citados acima, mas seja capaz de desenvolver sua intuição para que as respostas lhe pareçam mais naturais (incluindo a clara identificação das hipóteses utilizadas na resolução de cada problema).

Ementa:

1. Conceitos Básicos: Interpretação frequentista e subjetiva (Bayesiana).

2. Probabilidade Condicional e sua visualização (tabelas e árvores).

A Matemática medieval na sala de aula (Minicurso II)

Professora: Ana Catarina P Hellmeister – USP

Problemas e “métodos” de ensino de Matemática da Idade Média são inteligentes e atraentes, servindo de motivação para estudo de paridade, números primos, números perfeitos e sistemas de equações lineares. Apresentação do que se julgava uma solução da época e comparação com soluções atuais, com notação algébrica que não existia na Idade Média.

O Teorema Fundamental da Álgebra: abordagens no nível médio com o GeoGebra (Minicurso II)

Professor: Ícaro Vidal Freire  – IFBA/Valença

Coautor: Robson Barreto (Licenciando IFBA/Valença)

Pré-requisitos: Conhecimentos básicos em Números Complexos e Polinômios.

De forma empírica, constatamos que o teorema em questão apenas é citado e tido como verdadeiro na maioria dos livros didáticos. Não é dada nenhuma justificativa plausível para sua veracidade, porém seu resultado é usado em toda teoria das Equações Algébricas vista na 3ª série do Ensino Médio. O presente minicurso tem por objetivo, abordar o Teorema Fundamental da Álgebra de maneira geométrica (porém eficaz), sendo usado como ferramenta o software livre GeoGebra. Será feita uma breve fundamentação teórica de Números Complexos, Polinômios e das Potencialidades do GeoGebra. Em seguida, daremos duas sugestões de abordagem desse teorema para o Ensino Médio.

A construção do texto científico em Ensino da Matemática: o que o professor precisa aprender (Minicurso II)

Professora: Sandra Magina – UESC

Este minicurso abordará os principais elementos constitutivos de um texto, seja ele um relatório de pesquisa ou um relato de experiência. Dessa forma, serão tratados não apenas dos elementos científicos, mas também aqueles que pertencem à estrutura de um texto, tanto do ponto semântico, quanto lógico. Serão considerados a importância dos parágrafos na construção de um texto.  O minicurso tem como proposta metodológica uma abordagem teórico-prática, na qual os elementos que compõem um texto serão abordados inicialmente da perspectiva teórica, seguida por atividades práticas que contribuam para o entendimento dos mesmos.

Geometria, Álgebra e Funções com o GeoGebra (Minicurso I)

Professora: Maria Alice Gravina – UFRGS

No minicurso vamos aprender a utilizar recursos do GeoGebra que permitem fazer atividades com alunos de escola que integram conteúdos de geometria, álgebra e funções.  Serão desenvolvidas duas atividades:

– Atividade 1: inicia com uma construção geométrica e através do dinamismo da figura são estudadas , de forma qualitativa , relações entre variáveis; depois, usando elementos geométricos , é feita a construção do gráfico; e finalmente é obtida a expressão da função e é feito o estudo analítico da relação entre as variáveis. É uma proposta para o ensino de funções no Ensino Médio.
– Atividade 2: trata de movimento de pontos no plano, implementado a  partir do recurso Seletor do GeoGebra. É um trabalho com curvas  parametrizadas; as curvas são desenhadas de forma sincronizada e isto  exige trabalhar com álgebra e geometria. A atividade tem espírito de  brincadeira e foi pensada para ser feita até mesmo com alunos do  Ensino Fundamental.

 

Princípios básicos de contagem (Minicurso I)

Professor: Sérgio Mota Alves (UESC)

Nesse minicurso pretendemos desenvolver técnicas básicas de contagem, tais como: princípio aditivo e multiplicativo. Permutação, arranjo e combinação. Princípio da casa dos pombos.

Razões: comparando grandezas (Minicurso I)

Professora: Cydara Ripoll (UFRGS)

A Oficina trata de um tema pouco abordado nos livros didáticos: razão. A pergunta “O que é razão?” motivará a discussão e reflexão durante toda a oficina. Assim, as atividades nela propostas têm o objetivo de suscitar e conduzir a reflexão, tendo como referência a prática de sala de aula no ensino básico.

Aprendendo frações sem fazer contas (Minicurso I)

Professor: Francisco Mattos (UERJ)

Público alvo: professores do Ensino Fundamental I e II

Os números racionais podem ser representados por frações ou na sua forma decimal, e são assuntos delicados para nossos estudantes. Podemos compreender perfeitamente estas dificuldades se observamos o seu desenvolvimento histórico. No início, esses números eram tratados como medidas, como razões entre medidas, mas não como números. Sua notação demorou a ser unificadas e a notação decimal para os números racionais, por exemplo, só foi utilizada no século XVI.

Não é por acaso, portanto, que esse assunto apresente dificuldades em nossas salas de aula.

Neste texto, tentamos justificar as regras do cálculo com frações e decimais a fim de dar mais sentido aos processos utilizados por nossos estudantes. Assim entendemos que a compreensão das operações deve preceder a aplicação de regras e dos algoritmos já conhecidos, mas pouco entendido por alunos e professores sobre o que significa cada passo.

Assim, propomos nesta oficina o trabalho a partir de materiais concretos com as ideias relacionadas às operações dissociadas de contas que tanto assustam nossos alunos. Depois dessa compreensão, sim, é que faz sentido o uso, desenvolvimento e prática dos algoritmos já consagrados.

 

O jogo como suporte didático no ensino da Matemática (Minicurso II)

Professora: Fabiana Santana da Silva (UESC)

Público alvo: professores do Ensino Fundamental I

A proposta deste minicurso é apresentar uma metodologia de ensino com o foco em jogos matemáticos. Acreditamos que os jogos podem ser um meio de aprendizagem eficaz, se for explorado adequadamente, pois o trabalho com os jogos didáticos podem despertar o interesse dos estudantes no que tange o saber matemático. Assim temos por objetivo apresentar alguns jogos inteligentes, suas regras e sua relação com a matemática, que poderá servir para a aprendizagem de estudantes do Ensino Básico. Nossos estudos estão pautados na Teoria das situações didáticas (TSD) de Guy Brousseau.

PROGRAMAÇÃO PARA PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL I

TURNO SEXTA-FEIRA (26.09.14) SÁBADO (27.09.14) DOMINGO (28.09.14)

MANHÃ

CREDENCIAMENTO

8h-10h

MINICURSO I

10h-12h

GRUPOS DE TRABALHO

1, 2 e 3

(Discussões e atividades em vários grupos)

8h-10h30min

INTERVALO

10h30min-11h

Mesa Redonda

O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DO PACTO ESTADUAL/PNAIC NO ESTADO DA BAHIA: CONVERGÊNCIAS EDIVERGÊNCIAS

 Nadja Amado (Coordenadora do Pacto/PNAIC pela SEC); Elisa(Coordenadora do PACTO/PNAIC pela UNEB);  Eurivalda Santana(Consultora da Formação da Alfabetização Matemática e Coordenadora da equipe de elaboração do Material Didático da Alfabetização Matemática)

11h – 12h

GRUPOS DE TRABALHO

1, 2 e 3

(Discussões e atividades em vários grupos)

8h-10h30min

INTERVALO

10h30min-11h

Mesa Redonda

 A ALFABETIZAÇÃO NAS SALAS DE AULA BAIANAS: AVANÇOS E PERSPECTIVAS

José Expedito Junior(Representante dos Formadores estaduais do PACTO/PNAIC);  Carla (Professora representante de Brumado primeira cidade a levar para sala de aula a proposta da Alfabetização Matemática);  Ana Paula Perovano (Membro da equipe responsável pela elaboração do material da Alfabetização Matemática na Bahia)

11h – 12h

 

 

ENCERRAMENTO

TARDE

MINICURSO II

13h30min-15h

COMUNICAÇÕES / SESSÕES DE PÔSTERES

15h-16h30min

SOLENIDADE OFICIAL DE ABERTURA

16h30min-17h30min

PALESTRA DE ABERTURA

A IMPORTÂNCIA DAS ESTRUTURAS MULTIPLICATIVAS PARA O ENSINO BÁSICO: UM OLHAR A PARTIR DA TEORIA DOS CAMPOS CONCEITUAIS

Professora Sandra Magina (UESC)

17h30min

MINICURSO I

13h30min-15h

COMUNICAÇÕES / SESSÕES DE PÔSTERES

15h-16h

MINICURSO II

16h-18h

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA EM MATEMÁTICA: OBMEP E MAGIA

Professor Pedro Malagutti (UFSCAR)

18h