II Encontro Conjunto Brasil-Espanha (RSME-SEMA-SBM-SBMAC)

II Joint Meeting Brazil-Spain (RSME-SEMA-SBM-SBMAC)

Data: de 11 a 14 de dezembro de 2018.
Lugar: Universidade de Cádiz, Cádiz-Espanha.

A segunda reunião das sociedades Brasileira de Matemática (SBM e SBMAC) e espanhola (RSME e SEMA) será realizada na Universidade de Cádiz nos dias 11-14 dezembro 2018.

A comissão organizadora é presidida por Francisco Ortegón (SEMA) e Enrique Pardo (CSER), e composta por Ignacio García, Bartolomé López, Maria de los Angeles Moreno, Victoria Redondo e Rafael Rodríguez.

O Comité Científico é composto por representantes de cada uma das sociedades participantes:
Pela SBM: Lorenzo Diaz Casado (Pontifícia Universidade Católica do Rio), Ruy Exel (Universidade Federal de Santa Catarina), Ivan Chestakov (Universidade de São Paulo) e G. Pacelli Bessa (Universidade Federal do Ceará).
Pela SBMAC: Regina C. C. Almeida (Laboratório Nacional de Computação Científica), Sandra M. C. Malta, (Laboratório Nacional de Computação Científica) e Paul F. A. Mancera (UNESP).
Pela RSME: Luis Alias ​​(Universidade de Murcia), Laura Costa (Universidade de Barcelona), Marco Antonio López-Cerdá (Universidade de Alicante) e Antonio Viruel (Universidade de Málaga).
Pela SEMA: Sergio Amat (Universidade Politécnica de Cartagena), Tomás Caraballo (Universidade de Sevilha) e Carlos Vazquez Cendón (Universidade de A Coruña).

Os plenaristas serão os professores
Henrique Bursztyn, (Instituto de Matemática Pura e Aplicada, Rio de Janeiro, Brasil)
Enrique Fernández-Cara (Universidade de Sevilha),
Miguel Ángel javaloyes (Universidade de Murcia),
Rosa María Miró-Roig (Universitat de Barcelona ),
Luis Gustavo Nonato (Universidade de São Paulo, campus de São Carlos, Brasil),
Rosana Rodriguez Lopez (Universidade de Santiago de Compostela),
Sandra Augusta Santos (Unicamp, São Paulo, Brasil) e
Pavel Shumyatsky (Universidade de Brasília, Brasil ).

Os interessados ​​em organizar seção especial deverão apresentar sua proposta até 15 de Dezembro de 2017 em um documento PDF, segundo a convocatória (documento para download) e enviar para o e-mail: spa-braz-math-cadiz2018@uca.es

Abertura da IMO no Rio tem festa e emoção

Uma cerimônia divertida e comovente marcou na tarde desta segunda-feira (17) a abertura da 58ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, na sigla em inglês), pela primeira vez realizada no Brasil. Ao menos mil pessoas, das quais 623 competidores de 111 países dos cinco continentes, lotaram o auditório do hotel Windsor Oceânico, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. A abertura terminou em festa, com danças, palmas e música ao vivo.

A IMO é a mais antiga e prestigiada competição científica para alunos do Ensino Médio. A edição brasileira é organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). Equipes de até seis estudantes, destaques nas competições matemáticas em seus países e internacionalmente, tentarão resolver problemas com alto grau de dificuldade.

As provas da 58ª IMO serão aplicadas nesta terça e quarta-feiras (18 e 19). Nos dois dias seguintes haverá a correção dos problemas. Os vencedores serão conhecidos no encerramento da olimpíada, no próximo sábado (22). Eles receberão medalhas de ouro, prata e bronze.

Na abertura, o diretor-geral do IMPA, Marcelo Viana, saudou as delegações e os competidores. Em breve relato sobre a participação brasileira nas IMOs, previu que a olimpíada no Brasil terá um “impacto positivo”  nas crianças, estimulando-as nos estudos da Matemática. A primeira IMO aconteceu em 1959. O Brasil estreou 20 anos depois, iniciando o que Viana definiu como “uma longa história de amor (do país) com as olimpíadas de Matemática”. A melhor colocação do Brasil foi o 15º lugar em 2016, em Hong Kong.

A solenidade teve seu momento de emoção quando Viana pediu um minuto de silêncio em homenagem à matemática iraniana Maryam Mirzakhani, que morreu sábado (15), nos Estados Unidos, vítima de câncer, aos 40 anos. Ela foi a única mulher a ganhar o Prêmio Fields, considerado o “Nobel da Matemática”.

Presente à abertura, o secretário-executivo do Ministério da Educação, Felipe Sigollo, em discurso, enalteceu a “equipe fantástica” que organiza a IMO e contou ter esperanças de que o grupo brasileiro “se inspire na seleção de futebol e traga a medalha”, em referência à vitória inédita do Brasil na Olimpíada de 2016, disputada também no Rio de Janeiro.

O gerente de Planejamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Roy Frankel, destacou a participação feminina na IMO. Para estimular a presença de meninas na competição, o IMPA sugeriu uma premiação que estreará nesta edição da IMO e será incorporada ao evento. O Troféu IMPA Meninas Olímpicas agraciará as cinco estudantes que mais contribuírem para o resultado de suas equipes e neste ano será em homenagem a Maryam Mirzakhani. O BNDES é o patrocinador oficial da 58ª IMO.

Em seguida aos pronunciamentos, houve festa, com o desfile das equipes ao som da Camerata Laranjeiras, que, com violinos e violoncelos, havia interpretado pouco antes o Hino Nacional do Brasil. Cada time era festejado pela plateia com aplausos e gritos de incentivos.

Depois entraram no auditório os dez músicos de sopro e percussão da Fanfarra Back Clube, que animaram a festa de vez.  A cerimônia virou uma espécie de baile, em que concorrentes dançavam unidos e empolgados.

Fonte: IMPA
Link da noticia: https://impa.br/page-noticias/abertura-da-imo-no-rio-tem-festa-e-emocao/

Olimpíada Internacional de matemática começa hoje

RIO- Sediada pela primeira vez no Brasil, começa hoje no Rio a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, como é mais conhecida, na sigla em inglês), a mais antiga e prestigiada competição científica no nível do ensino médio. Seis brasileiros estarão entre os 623 participantes de 112 países, vindos dos cinco continentes. Até o dia 23, eles transformarão o Brasil no polo mundial da matemática.

Cada equipe tem no máximo seis participantes, e o time nacional foi selecionado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). São medalhistas de competições nacionais e internacionais da área: André Yuji Hisatsuga, de 17 anos; Pedro Henrique Sacramento de Oliveira, de 18; Bruno Brasil Meinhart, 16; George Lucas Alencar, 18; João César Campos Vargas, 19; e Davi Cavalcanti Sena, de 17 anos.

Os dois primeiros vêm de São Paulo; Bruno e George, do Ceará; João César, de Minas Gerais; e Davi, de Pernambuco. A equipe está reunida desde terça-feira passada, hospedada no mesmo hotel e tendo aulas de cerca de seis horas diárias. Essa rotina, similar a de uma concentração esportiva, durou até o último sábado. De lá para cá, foi dado aos estudantes um breve período para relaxar antes que as provas comecem.

— É claro que, em parte do tempo livre, nós também estudamos, porque é algo que gostamos de fazer. Mas colocamos como meta aproveitar esse tempo para conhecer mais a cidade e ir ao cinema ver “Homem-aranha”, por exemplo — diverte-se João César. — É preciso relaxar.

Sobre a possibilidade de melhorar a colocação do Brasil no ranking geral, o estudante não é taxativo, mas se mostra otimista.

— Não temos como assegurar que vamos ficar, no ranking geral, com mais pontos do que potências como Estados Unidos ou Coreia do Sul, mas temos ciência de que todos da nossa equipe têm potencial de conseguir ouro — pontua o jovem.

Na edição do ano passado, o Brasil teve seu melhor desempenho desde que começou a participar da IMO, em 1979: conquistou a 15ª colocação, à frente de países como Alemanha, França e Austrália. Tradicionalmente, as nações que dominam a cena dessa olimpíada e se revezam nos primeiros lugares do ranking são Estados Unidos, China, Rússia e Coreia do Sul.

Para o diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, é real a possibilidade de a equipe brasileira ficar entre as dez primeiras nesta edição, porém o mais importante é o legado da competição no imaginário dos ainda mais jovens.

— Se o Brasil for o 10º colocado este ano, será uma grande vitória, mas se isso vier a acontecer daqui a cinco ou dez anos porque crianças começaram a se interessar por matemática ao se inspirar nesses jovens, esta será uma vitória maior ainda — destaca ele.

A pequena quantidade de meninas participando da IMO — são apenas 60 entre um total de 623 — é classificada pelo diretor-geral do Impa como “incômoda”.

— Isso é incômodo. Não é algo que podemos resolver imediatamente, mas é claro que nos deixa inquietos — define Viana. — Precisamos aumentar, entre todas as pessoas, a consciência desse problema.

INCENTIVO ÀS MENINAS

Para estimular a presença feminina na competição, o Impa sugeriu a criação de um prêmio que vai estrear nesta edição da IMO e será incorporada às próximas. O Troféu Impa Meninas Olímpicas vai agraciar as cinco estudantes que mais contribuírem para o resultado de suas equipes.

A propósito, o papel das mulheres na ciência será tema de uma mesa-redonda aberta ao público no dia 22, às 17h, no Centro de Convenções do Windsor Oceânico Hotel. A mesa será mediada pela linguista e professora da PUC-Rio Branca Vianna, e entre as debatedoras estão Tábata Amaral, fundadora do Movimento Mapa da Educação e vencedora da última edição do Premio Faz Diferença do GLOBO na categoria Educação; Larissa Lima, medalhista da IMO em 2002 e integrante da ONG Primeira Chance; e a pesquisadora Carolina Araújo, do Impa.

A edição atual da IMO ocorre em meio ao Biênio da Matemática Brasil 2017-2018, que tem apoio dos ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e da Educação, e patrocínio do BNDES. Além da olimpíada, o país sediará o Congresso Internacional de Matemáticos 2018, e o Biênio inclui uma programação extensa de festivais para popularizar a disciplina e mostrar que ela pode ser divertida.

Conheça a equipe brasileira

João César Campos Vargas

19 anos

Nascido na cidade mineira de Passa Tempo, João César coleciona medalhas desde pequeno, tendo se tornado heptacampeão na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep). Ele também conquistou ouro nas duas últimas edições da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e, este ano, foi um dos quatro brasileiros aceitos pelo renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos. O mineiro, que já participou outras duas vezes da Olimpíada Internacional de Matemática, considera esta uma vantagem: “Já aprendi a lidar melhor com a pressão. A expectativa para este ano é boa”.

Bruno Brasil Meinhart

16 anos

O estudante estreou em olimpíadas de conhecimento na antiga 5ª série (atual 6º ano). Nascido em Fortaleza, no Ceará, ele é aficionado por Ciências da Computação e destaca que o aprendizado proporcionado por torneios de matemática são um diferencial na área. Bruno vem de três anos consecutivos de medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM): ouro em 2014, bronze em 2015 e prata em 2016.

George Lucas Alencar

18 anos

Também filho da capital cearense, ele brinca: “Fortaleza vai dominar o mundo”. Batizado em homenagem ao criador de “Star Wars”, George Lucas se destacou em 2016: ganhou medalha de bronze na última edição da IMO e ficou em primeiro lugar na pontuação geral da 31ª Olimpíada Ibero-americana de Matemática (OIM), no Chile, entre outras conquistas.

 Davi Cavalcanti Sena

16 anos

Natural do Recife, em Pernambuco — mas estudante de uma escola de Fortaleza —, Davi estreou em competições da área apenas em 2012. Despretensiosamente e sem estudar, o rapaz tentou a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) e conseguiu uma menção honrosa. O feito o estimulou a, a partir daí, não parar mais. Já viajou a vários lugares do mundo para conquistar medalhas em torneios como a Olimpíada Iraniana de Geometria Avançada e a Olimpíada de Matemática da Ásia e Pacífico.

 André Yuji Hisatsuga

17 anos

Estreante na Olimpíada Internacional de Matemática, o paulistano André acumula medalhas de ouro nas últimas quatro edições da Olimpíada Brasileira de Matemática. Para ele, “olimpíadas são ambientes que inspiram”. Ele é, há quatro anos, medalhista de ouro na OBM e se destacou, também com ouro, em competições como a Olimpíada de Matemática dos Países da Comunidade de Língua Portuguesa de 2014.

Pedro Henrique Sacramento de Oliveira

17 anos

Paulista, o estudante trouxe para o Brasil medalhas de prata nas últimas duas edições da Olimpíada Internacional de Matemática. Ele já coleciona em casa mais de 50 prêmios em competições do tipo e foi o primeiro lugar geral na OBM 2016. Pedro Henrique pretende cursar, na universidade, Matemática e Informática. “O que afasta muitas pessoas da matemática é que esta é uma disciplina cumulativa, então se os primeiros anos da educação básica são falhos, depois é difícil recuperar e desenvolver gosto pela disciplina”, avalia ele.

*Reprodução O Globo

Nota de Falecimento: Maryam Mirzakhani (1977 – 2017)

Única mulher a ganhar a Medalha Fields, a matemática iraniana Maryam Mirzakhani, 40 anos, morreu neste sábado, de câncer de mama, em um hospital dos Estados Unidos. Ela lutava contra a doença havia quatro anos. O estado de saúde de Maryam piorou quando a medula óssea foi atingida.

Professora da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, Maryam recebeu o prêmio máximo da área em 2014, no mesmo ano em que o brasileiro Artur Avila. Na ocasião, foi reconhecida por “suas contribuições notáveis para a dinâmica e geometria das superfícies de Riemann e seus espaços modulares.” Ao receber o e-mail informando sobre a Fields, achou que fora hackeada e disse “não ter feito nada realmente muito notável” para receber o prêmio.

Dezenove anos antes, em 1995, Maryam e Artur já haviam conquistado o mesmo feito: ouro na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO). Foi o segundo ouro recebido na IMO. Na competição, ela também atingiu a nota perfeita.

A mulher que sonhava ser escritora, descobriu a Matemática no Ensino Médio. E, em sua curta vida, trouxe contribuições importantes e um pioneirismo ímpar em uma área ainda predominantemente masculina.

“[Matemática] é divertido – é como resolver um quebra-cabeça ou conectar os pontos em um caso de detetive”, disse à publicação Stanford Report, logo após ganhar a Medalha Fields. “Eu senti que isso era algo que eu poderia fazer, e eu queria seguir esse caminho”, declarou Maryam, que era uma figura importante no Irã, mas sofria censura e preconceito por não usar o véu islâmico.

Maryam fez graduação em Matemática na Sharif University of Technology em 1999 e doutorado na mesma área em Harvard, em 2004. Foi nos Estados Unidos que ela conheceu Curtis McMullen, Medalha Fields que se tornou seu mentor e orientador. Fez estágio no Instituto Clay de Matemática e conquistou uma vaga de professora assistente na Universidade de Princeton. Em 2008, entrou na Universidade de Stanford como professora titular, onde se dedicou às pesquisas em topologia e geometria de superfícies abstratas.

Em carta publicada pela agência de notícias IRNA, na última quinta-feira (13), Mohammad-Ali Najafi, ex-ministro da Educação e atual assessor do presidente do Irã, Hassan Rouhani, pediu que os iranianos rezassem por ela e disse que, perdê-la em uma idade tão nova “traria uma imensa tristeza ao mundo da Matemática e à comunidade científica iraniana”.

“Contribuições inestimáveis”

Segundo o ex-ministro, Maryam poderia ainda “dar contribuições inestimáveis no reconhecimento e na compreensão das ciências matemáticas”. E a comparou a Emmy Noether, matemática alemã conhecida por suas contribuições históricas para álgebra abstrata e física teórica.

“Mirzakhani é uma joia para todas as mulheres iranianas e para todas as mulheres em todo o mundo. Ela é um modelo para ser humilde e humano, bem como suas habilidades intelectuais e acadêmicas”, escreveu o ex-ministro antes da morte de Maryam, acrescentando: “Mas o que me impressionou ainda mais do que o seu gênio são suas virtudes que a tornaram um ser humano completo. Ao longo dos anos, viajou para o Irã várias vezes para compartilhar seus resultados de pesquisa com matemáticos iranianos, ela ama seu país”.

Além da medalha Fields, Maryam recebeu o Prêmio Blumenthal 2009 para o Avanço da Pesquisa em Matemática Pura e o Prêmio Satter 2013 da American Mathematical Society.

Fonte IMPA
Link da Noticia original: https://impa.br/page-noticias/morre-maryam-mirzakhani-unica-mulher-a-ganhar-a-medalha-fields/

Olimpíada internacional traz ao Brasil os jovens craques da matemática

Já estão chegando ao Rio de Janeiro as delegações vindas de todo o mundo para participar na Olimpíada Internacional de Matemática. Organizadores internacionais, membros do júri e outros responsáveis chegaram antes para preparar os detalhes da prova que será aplicada em 18 e 19 de julho. E em 22 de julho teremos a grande festa da entrega das medalhas.

A IMO (International Mathematical Olympiad, em inglês), é a maior, mais antiga e mais prestigiosa olimpíada científica para alunos do ensino médio. Ser escolhido para a delegação do seu país é uma distinção tão grande para um jovem matemático quanto para um jogador de futebol estar na seleção nacional.

A IMO é organizada anualmente, sempre em um país diferente. A primeira aconteceu na Romênia em 1959, com 52 alunos de sete países. A mais recente foi em Hong Kong em 2016, com 602 alunos de 109 países. A edição 2017 está sob a responsabilidade do Impa e da Sociedade Brasileira de Matemática e é a primeira no nosso país. Com 623 alunos, de 111 países, já é a maior da história da competição.

Cada país participa com seis alunos, embora seja permitido excepcionalmente que países com pouca tradição enviem delegações menores. Também integram o time dois professores: o líder, que tem um papel fundamental “defendendo” as respostas dos alunos para obter a melhor pontuação possível, e o vice-líder, responsável por acompanhar a equipe e tratar de todas as questões práticas.

A delegação brasileira foi apresentada publicamente em 13 de junho: André Hisatsuga (São Paulo-SP), Bruno Meinhart (Fortaleza – CE), Davi Sena (Recife – PE), George Lucas Alencar (Fortaleza – CE), João César Vargas (Passa Tempo – MG) e Pedro Henrique de Oliveira (Campinas – SP), com os professores Krerley Oliveira (Maceió – AL) e Frederico Girão (Fortaleza – CE) como líder e vice-líder, respectivamente. João César, Pedro Sacramento e George Lucas são “veteranos” da IMO 2016, na qual os dois primeiros ganharam prata e George Lucas bronze, respectivamente.

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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Jacob Palis é condecorado pela Legião de Honra francesa

O Pesquisador Emérito do IMPA Jacob Palis foi novamente reconhecido por sua contribuição acadêmica. O matemático foi condecorado como Oficial da Ordem Nacional da Legião de Honra pelo presidente da França Emmanuel Macron.

A honraria secular, instituída em 1802 por Napoleão Bonaparte, recompensa com medalhas os méritos de militares ou civis à nação francesa. A Ordem Nacional da Legião de Honra possui cinco graus — Cavaleiro, Oficial, Comendador, Grande Oficial e Grã-cruz.

Há 12 anos, Palis fora condecorado Cavaleiro da mesma ordem. Entre os brasileiros que já receberam a comenda estão Dom Pedro II e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, homenageados como Grão-mestres, e os ex-combatentes da Força Aérea Brasileira (FAB) durante a Segunda Guerra Mundial, o Major-Brigadeiro do Ar Rui Moreira Lima e o Major-Brigadeiro do Ar José Rebelo Meira de Vasconcelos, ambos receberam o grau de Cavaleiro.

“Estou muito honrado em receber esta comanda. Tenho fortes ligações com França principalmente com os matemáticos franceses há muito tempo”, diz Palis.

O pesquisador acredita que a primeira honraria tem relação com seus laços com o falecido matemático e Medalha Fields Jean-Christophe Yoccoz, a quem homenageou em uma recente conferência em Paris. “É muito difícil conseguir esta comanda. Tenho muito orgulho da ótima cooperação que tenho com os pesquisadores franceses”.

Fonte: IMPA
Link da noticia: https://impa.br/page-noticias/jacob-palis-e-condecorado-oficial-da-legiao-de-honra-francesa/

Memorização tem lugar na sala de aula

O filme “The Wall”, do diretor Alan Parker, lançado em 1982, é uma dramatização do álbum homônimo da banda de rock britânica Pink Floyd. Numa das cenas, o professor humilha um aluno que “se acha um poeta”. Descartando os escritos do menino como “absoluta porcaria”, o mestre ordena que a classe volte ao trabalho, repetindo com ele “Um acre é a área de um retângulo cujo comprimento é um furlongue e cuja largura é uma cadeia. Um acre é a área de um retângulo…”.

A cena, que já foi comum em muitos países, é uma caricatura mordaz da didática da memorização, que dispensa a compreensão e reduz o aluno a um mero receptor. A frase em si é incorreta: uma superfície com área igual a um acre não tem por que ser um retângulo, muito menos esse. Mas o ponto principal é que ela é incompreensível se você não conhece os conceitos e palavras: O que são furlongue e cadeia? E o que área tem que ver com comprimento e largura afinal? Assim, a “definição” é apenas uma fórmula vazia, sem sentido para aqueles que ela deveria instruir.

Foi assim que eu e meus coleguinhas aprendemos que 2 vezes 6 doze, 2 vezes 7 catorze etc, sem sabermos o que é “vezes”. Lembro a primeira ocasião em que vi uma tabuada no quadro-negro e pensei que a professora devia estar distraída: estava escrevendo o sinal de “mais” todo inclinado, chamando-o de “vezes” e, mais incrível ainda, errando quase todas as contas! Tudo isso com o maior carinho, pois a professora era a minha mãe.

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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I Encontro do PROFMAT do Piauí

De 25 a 27 de agosto de 2017 será realizado o I Encontro do PROFMAT do Piauí ,um evento de caráter científico promovido pela Coordenação do PROFMAT do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Piauí – IFPI Campus Floriano e que pretende reunir 200 participantes entre professores, alunos e ex-alunos do PROFMAT do Piauí, assim como outros interessados para discutir e analisar a qualificação dos professores obtida no âmbito deste programa desenvolvido no Piauí e seus impactos com a apresentação de palestras, mesa redonda, trabalhos científicos, minicursos, oficinas de interesse a formação docente em matemática.

O objetivo geral do evento é: Promover a integração, a divulgação e os impactos que este programa promove no estado Piauí através da qualificação docente em matemática.

São Instituições Parceiras a Universidade Federal do Piauí (IFPI)
e a Universidade Estadual do Piauí (UESPI).

As inscrições para o evento serão feitas on-line, no período de 1º de julho a 10 de agosto pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScT_Qrrs9ThzFzPhxzH8K7gDDmq6RVJ2E1yyqGzNQC2ziofqQ/viewform

O Encontro do PROFMAT será uma homenagem póstuma ao professor João Benício do Melo Neto. Falecido em março deste ano, professor João Benício atuou por mais de 20 anos como Professor de Matemática na Universidade Federal do Piauí

Para maiores informações acesse a página do evento: http://libra.ifpi.edu.br/floriano/noticias/campus-floriano-organiza-i-encontro-do-profmat  ou entre em contato com a Comissão Organizadora pelo e-mail: encontroprofmatpi@ifpi.edu.br

 

 

 

Zero Hora destaca baixo desempenho em Matemática

A falta de conexão entre o ensino da Matemática e a vida dos alunos colabora para o resultado crítico em avaliações educacionais como o Pisa, observa Marcelo Viana, diretor-geral do IMPA, em entrevista ao jornal Zero Hora. Reportagem publicada no periódico busca compreender as razões por trás do baixo desempenho dos estudantes brasileiros em testes que mensuram a aptidão com os números.

Segundo Viana, os prejuízos do distanciamento entre as atividades em sala de aula e o dia a dia dos estudantes podem ser percebidos em todos os setores da sociedade. Além de comprometer o acesso ao mercado de trabalho, afasta a juventude das profissões ligadas, por exemplo, à tecnologia, apontadas como as mais bem-sucedidas da atualidade. “Há dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) que mostram que nem 4% dos alunos de 15 anos no Brasil têm a fluência de matemática exigida em profissões tecnológicas. Isso é triste”, lamenta o diretor do IMPA.

Há, porém, quem consiga sair da mesmice e oferecer um ensino que consegue aproximar o aluno da Matemática. Para saber mais sobre isso, confira a matéria na íntegra acessando o link

http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/educacao/noticia/2017/07/por-que-nossos-alunos-vao-tao-mal-nas-provas-de-matematica-9832801.html

Fonte: IMPA
Link da noticia: https://impa.br/page-noticias/zero-hora-destaca-baixo-desempenho-em-matematica/

ICMC anuncia resultado do Prêmio Gutierrez de Teses de Doutorado

Melhor tese de doutorado em matemática defendida em 2016 receberá premiação em cerimônia que acontecerá no dia 28 de agosto, quando também será entregue uma menção honrosa.

Duas teses de doutorado em matemática serão reconhecidas pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, no dia 28 de agosto, durante a cerimônia do Prêmio Carlos Gutierrez de Teses de Doutorado 2017. Este ano, o Prêmio será entregue a Felipe Ferreira Gonçalves por sua tese Extremal Problems, Reconstruction Formulas and Approximations of Gaussian Kernel.

Nascido no Rio de Janeiro, Felipe formou-se Bacharel em Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2010, concluiu o mestrado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) em 2012 e o doutorado em 2016, na mesma instituição, sob a orientação do professor Emanuel Carneiro. Atualmente, é professor assistente na University of Alberta, em Edmonton, Canadá.

Além disso, a tese intitulada Decomposição de Grafos em Caminhos, de Fábio Happ Botler, receberá menção honrosa na cerimônia, que acontecerá às 14 horas, no auditório Fernão Stella Rodrigues Germano do ICMC, em evento aberto ao público. Fábio nasceu na cidade de Recife, em Pernambuco, onde se formou em Matemática pela Universidade Federal de Pernambuco em 2008, concluiu o mestrado em 2011 na mesma instituição. Já o doutorado foi defendido em 2016 no Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, sob orientação da professora Yoshiko Wakabayashi. Atualmente, Fábio é pesquisador na Universidad de Chile.

Sobre o Prêmio – Apoiado pela Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e concedido anualmente, o Prêmio Gutierrez foi criado para homenagear o pesquisador peruano Carlos Teobaldo Gutierrez Vidalon (1944-2008). O objetivo é reconhecer a melhor tese defendida e aprovada na área de matemática no Brasil, no ano anterior ao ano da premiação, considerando os quesitos originalidade e qualidade.

Gutierrez chegou ao Brasil em 1969 para estudar no IMPA, onde se titulou mestre e doutor em matemática. Nessa instituição, na qual trabalhou até 1999, começou como professor assistente e chegou à posição de titular. Durante o período, visitou vários importantes centros em matemática como a University of California, em Berkeley, e o California Institute of Technology. Após deixar o IMPA, ele atuou como professor titular no ICMC, contribuindo com a fundação e organização do grupo de pesquisa em Sistemas Dinâmicos. Em sua carreira, publicou mais de 70 artigos, orientou sete alunos de doutorado e 20 de mestrado.

Texto: Assessoria de Comunicação ICMC/USP

Mais informações
Site do Prêmio: icmc.usp.br/e/3cb27
Assessoria de Comunicação do ICMC: (16) 3373.9666
E-mail: comunica@icmc.usp.br

Felipe Ferreira Gonçalvez é o ganhador do Prêmio (foto:arquivo pessoal do pesquisador )

Fábio Happ Botler receberá menção honrosa por sua tese (foto:arquivo pessoal do pesquisador )

Ramanujan Prize 2017

O Profº Eduardo Teixeira foi o vencedor da edição 2017 do Ramanujan Prize por seu trabalho em Análise e Equações Diferenciais Parciais realizado na Universidade Federal do Ceará.

O Prêmio Ramanujan 2017 para jovens matemáticos dos países em desenvolvimento é concedido pelo Centro Internacional Abdus Salam para Física Teórica, o Departamento de Ciência e Tecnologia (DST, Governo da Índia) e a União Internacional de Matemática (IMU).

Link para a noticia original: https://www.ictp.it/about-ictp/prizes-awards/the-ramanujan-prize/the-ramanujan-prize-winners/ramanujan-prize-winner-2017.aspx

Brincadeiras e jogos aproximam crianças da matemática

Alguns leitores me pediram sugestões de materiais –jogos, livros etc.– para interagir matematicamente com os filhos e melhorar sua receptividade à matemática. Mencionarei alguns exemplos que eu mesmo testei, mas há muitas opções na internet, tanto comerciais quanto de custo zero. A grande vantagem de muitas brincadeiras lógico-matemáticas é que o material pode ser facilmente produzido em casa. E isso é parte da diversão: mais importante do que o jogo em si, é a participação dos pais, apresentando a matemática de forma descontraída, como uma brincadeira em que todos se divertem.

Uma colega me contou do jogo dos dedos, brincadeira tradicional japonesa que usa apenas as mãos e pode ser feita em qualquer lugar, com dois ou mais jogadores. Testei com os meus filhos (7 e 10 anos) e foi um sucesso! Os dois agora pedem para jogar na sala, no carro, até na cama, na hora de dormir. O mais velho já ensinou os colegas da escola a jogar: está adorando ser o especialista do pedaço!

Depois de se decidir quem começa, os jogadores apresentam as mãos com os dedos indicadores esticados e os demais dobrados. O primeiro a agir toca com uma das mãos uma mão do adversário. A mão tocada passa a exibir a soma dos dedos dessas mãos dos jogadores (se o jogador A usar uma mão com dois dedos esticados para tocar uma mão de B com um dedo esticado, B passa a esticar três dedos). Ao chegar a cinco dedos esticados, a mão “morre” e sai do jogo. Ganha o último jogador com alguma mão “viva”. Há variações das regras que tornam o jogo ainda mais divertido.

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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Com 5ª maior delegação em congresso matemático, Brasil ganha destaque

Na abertura do primeiro Congresso Internacional de Matemáticos (ICM, sigla em inglês), em 9 de agosto de 1897, o holandês Adolf Hurwitz afirmou: “Poder expressar-se e se comunicar com os seus colegas é vital para todo matemático. E cada um de nós sabe por experiência pessoal como o relacionamento científico direto pode ser estimulante.” Hoje, estas afirmações são mais válidas do que nunca.

Não foi sempre assim. Até o século 19, havia muito poucos matemáticos –poucos cientistas em geral– e eles trabalhavam isoladamente e, muitas vezes, em segredo. Isaac Newton descobriu o cálculo matemático em 1671, mas reservou essa poderosa ferramenta para si mesmo, sem ter de enfrentar a concorrência. Assim, esse trabalho (Methodus fluxionum et serierum infinitarum) só foi publicado em 1736, após a sua morte.

Mas o mundo mudou. A Revolução Francesa de 1789 pôs em marcha uma profunda reestruturação social, na Europa e além, com a emergência de uma classe média cada vez mais interessada na aquisição e utilização do conhecimento. Ao mesmo tempo, a Revolução Industrial britânica ampliou enormemente o papel da ciência e da tecnologia como motores do desenvolvimento.

 

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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Apreciação e aprovação do parecer do Conselho Fiscal – votação aberta até 12/07/2017

Já está aberta no sistema da SBM a votação para Aprovação do Parecer do Conselho Fiscal e apreciação do Relatório da Auditoria sobre o exercício anterior.

Para votar, acesse http://votacao.sbm.org.br/ até 12/07/2017

O e-mail e a sua senha são os mesmos utilizados para acessar a área de associados.

Caso tenha esquecido a sua senha, é possível recuperá-la no Cadastro de Associados: http://associados.sbm.org.br/

Além disso, em caso de dúvida pode contactar o secretariado da SBM, por meio do e-mail secretaria@sbm.org.br ou do telefone (21) 2529 – 5065.

A sua participação é muito importante!

Conferencistas Plenários e Convidados do Congresso Internacional de Matemáticos 2018

Anunciados os conferencistas plenários e convidados do ICM 2018 no Rio de Janeiro

http://www.icm2018.org/portal/en/icm-speakers#pos1 .

O Brasil terá a quinta maior delegação no Congresso, logo depois dos Estados Unidos, França, Reino Unido e Alemanha. O pesquisador
• Carlos Gustavo Moreira (IMPA)
será conferencista plenário e o Brasil também contará com os seguintes conferencistas convidados no ICM 2018:
• Andrés Koropecki (UFF)
• Carolina Araújo (IMPA)
• Claudia Sagastizábal (LNCC)
• Claudio Landim (IMPA)
• Helena Nussenzveig Lopes (UFRJ)
• Lorenzo J. Díaz (PUC-Rio)
• Pedro Salomão (USP)
• Ruy Exel (UFSC)
• Robert Morris (IMPA)
• Tatiana Roque (UFRJ)
• Umberto Hryniewicz (UFRJ)
• Vyacheslav Futorny (USP)
Além disso, foi convidada como debatedora em uma das mesas redondas oficiais:
• Deborah Raphael (USP)

O sítio do ICM 2018 www.icm2018.org fornece informações sobre os prazos para inscrição, submissão de trabalhos, solicitação de apoio financeiro e propostas de conferências satélite.

Lógica matemática é a linguagem para falarmos com os extraterrestres

Estamos no ano de 2710. Na sequência de inúmeras explorações espaciais, finalmente a humanidade encontrou uma espécie inteligente extraterrestre: os Gödelianos do planeta X314. O contato é muito mais difícil do que previram os cientistas, e até os autores de ficção científica, pois os Gödelianos são uma espécie muito, muito estranha. (*)

Para começar, eles têm quatro sexos: os Verdadeiros, que sempre dizem a verdade; os Mentirosos, que sempre mentem; os Inconstantes, que tanto mentem quanto dizem a verdade; e os Doidos, os mais estranhos de todos, que não seguem as regras da lógica. Uma coisa que complica muito é que, na aparência, os quatro são totalmente idênticos: o sexo de um Gödeliano só pode ser identificado por meio de suas respostas a perguntas.

Lauralina, leitora assídua desta coluna, acaba de ser nomeada a primeira embaixadora da Terra em X314. A sua missão, ajudar na comunicação entre os dois povos, é crucial para a paz na galáxia. Mas primeiro ela tem de ser aprovada pelos Gödelianos, respondendo a uma série de perguntas. O governo alienígena prometeu que neste primeiro contato não participarão Doidos. No mais, Lauralina precisa ter muitíssimo cuidado: os Gödelianos são muito, muito sensíveis em questões de lógica.

 

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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Biênio da Matemática Brasil

A matemática potencializando o futuro.

Toda grande mudança requer uma grande mobilização. O Biênio da Matemática Brasil 2017/2018 é um movimento nacional , inédito no país, em favor da melhoria do ensino e do aprendizado da Matemática. Serão dois anos de grandes ações e eventos nacionais e internacionais, com pesquisadores e cientistas do mundo todo, professores, pais e alunos  respirando Matemática.

Dessa troca de experiências positivas nascerão ideias inspiradoras para mudar também a percepção e a atitude das pessoas em relação à Matemática, mostrando como ela é acessível e importante para o dia a dia e o futuro de todos. Mude você também: interaja, abrace e sorria para a Matemática. A vida vai sorrir de volta para você.