Com 5ª maior delegação em congresso matemático, Brasil ganha destaque

Com 5ª maior delegação em congresso matemático, Brasil ganha destaque

Na abertura do primeiro Congresso Internacional de Matemáticos (ICM, sigla em inglês), em 9 de agosto de 1897, o holandês Adolf Hurwitz afirmou: “Poder expressar-se e se comunicar com os seus colegas é vital para todo matemático. E cada um de nós sabe por experiência pessoal como o relacionamento científico direto pode ser estimulante.” Hoje, estas afirmações são mais válidas do que nunca.

Não foi sempre assim. Até o século 19, havia muito poucos matemáticos –poucos cientistas em geral– e eles trabalhavam isoladamente e, muitas vezes, em segredo. Isaac Newton descobriu o cálculo matemático em 1671, mas reservou essa poderosa ferramenta para si mesmo, sem ter de enfrentar a concorrência. Assim, esse trabalho (Methodus fluxionum et serierum infinitarum) só foi publicado em 1736, após a sua morte.

Mas o mundo mudou. A Revolução Francesa de 1789 pôs em marcha uma profunda reestruturação social, na Europa e além, com a emergência de uma classe média cada vez mais interessada na aquisição e utilização do conhecimento. Ao mesmo tempo, a Revolução Industrial britânica ampliou enormemente o papel da ciência e da tecnologia como motores do desenvolvimento.

 

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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