Pai de armas infernais e gênio matemático: redescubra Arquimedes

Faz quase 200 anos que a pequena cidade de Roma iniciou a caminhada histórica que vai transformá-la em senhora do mundo. Conquistando gradualmente os vizinhos, por meio de diplomacia, força, astúcia e, mais ainda, sua inquebrável tenacidade, a jovem república já anexou praticamente toda a península itálica. Os romanos vencem, quase sempre. Eles também perdem, por vezes. E até levam desaforo para casa.

Mas os romanos sempre voltam para dar o troco, com juros.

A marcha já os levou ao encontro de seu maior inimigo, a poderosa cidade africana de Cartago, fundada por colonos fenícios. Roma venceu a primeira rodada, com dificuldade, mas o conflito não está resolvido. E agora, neste ano de 212 a.C. trava-se mais uma batalha crucial nesta guerra que vai mudar a face da História. A pólis grega independente de Siracusa, na Sicília, havia sido importante aliada de Cartago, depois de Roma. Quando os siracusanos ameaçam voltar ao partido de Cartago, Roma não hesita: um poderoso exército é enviado, sob o comando do cônsul Marcus Claudius Marcellus, para atacar por terra e por mar. Siracusa é poderosa, com fortes muralhas e um exército experiente. A conquista nunca seria fácil, nem mesmo para a implacável legião romana.

Leia na íntegra: Colunista Marcelo Viana – Folha de S. Paulo

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